Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)

Nas minhas pesquisas a surfar a net fui espreitar ao Portal da Saúde. Encontrei esta informação que acho que todos nós deveríamos saber  e que ás vezes só nos lembramos quando as coisas correm mal e já estamos fora do nosso país. Depois vem a conta para pagar e nós quase que mudamos de cor ou ficamos mais doentes com o choque!  lol Eu destaquei em azul uma parte que se refere aos doentes crónicos e em diálise.

 

Vou deixar aqui uma cópia deste documento que se encontra no site Portal da Saúde http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/saude+em+viagem/cartaoeuropeudesegurodoenca.htm

 

 

 

Se viaja na União Europeia, Espaço Económico Europeu ou Suíça, faça-se acompanhar do Cartão Europeu de Seguro de Doença.

 
     
 
 

O que é o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)?

É um documento que assegura a prestação de cuidados de saúde quando beneficiários de um sistema de segurança social de um dos Estados da União Europeia, Espaço Económico Europeu ou Suíça se deslocam temporariamente neste espaço.

Identifica o titular. É um modelo único, comum a todo o espaço da União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suíça.

 

Como posso obter o CESD?

Através da Segurança Social ou do seu subsistema de saúde.

 

  • Em Portugal Continental, junto do centro distrital de segurança social (ou caixa de previdência) onde reside ou para onde são canalizadas as suas contribuições, bem como nos seus serviços locais e Lojas do Cidadão;
  • Nas Regiões Autónomas, junto dos serviços dos Centros de Prestações Pecuniárias, quanto à Região Autónoma dos Açores, e nos serviços do Centro de Segurança Social da Madeira, quanto à Região Autónoma da Madeira; 
  • Junto do subsistema de saúde (instituição responsável pela protecção na doença, por exemplo, ADSE, etc...);
  • Os beneficiários do regime geral de segurança social podem ainda solicitar o cartão por correio electrónico. No site da Segurança Social (http://www.seg-social.pt/) encontra o endereço electrónico de todos os centros distritais. O CESD, uma vez emitido, é enviado por via postal para o domicílio do titular.

 

Em que Estados-Membros é emitido e pode ser utilizado?

Em 31 Estados:  

  • 27 Estados-Membros da União Europeia (Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslovénia, Estónia, Grécia, Espanha, Finlândia, França, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, República Eslovaca, Roménia e Suécia);
  • Três Estados-Parte do Espaço Económico Europeu (Islândia, Liechtenstein e Noruega); 
  • Suíça.

     

Cada Estado-Membro é responsável pela emissão e distribuição do Cartão CESD no seu território.

 

Em que circunstâncias posso utilizar o CESD?

Quando se deslocar temporariamente nos Estados da União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suíça. Por exemplo, quando vai de férias, viagem de negócios ou estudar no estrangeiro.

 

O cartão não abrange as situações em que a pessoa segurada se desloca a outro Estado com o objectivo de receber tratamento médico por comprovada impossibilidade de tratamento em Portugal (falta de meios técnicos). Se é essa a situação, deve solicitar o formulário E112.

 

O cartão não abrange igualmente prestadores de cuidados de saúde do sector privado. 

 

Quais são as prestações a que tenho direito com o CESD?

Todas as prestações em espécie que se tornem clinicamente necessárias durante uma estada no território de outro Estado-Membro ou Parte, tendo em conta a natureza das prestações e a duração prevista da estada.

 

O cartão garante o mesmo acesso aos cuidados de saúde do sector público (ou seja, um médico, uma farmácia, um hospital ou um centro de saúde) que os cidadãos do país que está a visitar. Se for necessário receber tratamento médico num país em que os cuidados de saúde não sejam gratuitos, o portador do cartão será reembolsado imediatamente ou mais tarde, quando regressar ao seu país.

 

Posso ir a um médico à minha escolha? 

Só pode utilizar o CESD se for a um prestador de cuidados de saúde abrangido pelo regime de seguro de doença estabelecido pela lei do país de acolhimento. Antes da deslocação deve informar-se acerca dos procedimentos para obter tratamento médico no Estado que vai visitar. Se for a um médico privado ou a uma clínica privada, não poderá utilizar o seu CESD.

 

Como identificar os serviços oficiais de saúde de um Estado a que me desloco? 

Antes de partir, ou ao chegar, deve procurar saber quais são e onde se localizam tais serviços. Pode consultar o site da Comissão Europeia (Informações nacionais e contactos).

 

Tenho uma doença crónica que me obriga a consultar um médico muito regularmente. Pretendo ir a outro Estado-Membro, para uma estada temporária. O CESD cobre a minha assistência médica nesse país? 

Sim. Se a sua doença exigir tratamento em unidades médicas especializadas, unidades dotadas de equipamento especial e/ou pessoal especializado, bem como se a sua situação clínica exigir vigilância médica especial e, em particular, o recurso a técnicas ou equipamentos especiais (por exemplo, tratamentos de diálise renal ou oxigenoterapia).

 

Deve organizar com antecedência a viagem, efectuando uma marcação prévia do tratamento. Poderá pedir ao centro de saúde ou ao subsistema de saúde em que está inscrito que se articule com a instituição do outro Estado-Membro. Não deve efectuar a viagem sem ter a garantia prévia de que a assistência médica de que carece será prestada.

 

Os beneficiários insuficientes renais crónicos podem contactar as instituições que prestam tratamento com o apoio da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais. Não devem efectuar a viagem sem terem a garantia prévia de que a assistência médica de que carecem será prestada.

 

Quais são as vantagens do CESD? 

  • Simplificação administrativa de identificação do titular e da instituição financeiramente responsável pelos custos dos cuidados de saúde de que este possa vir a necessitar;
  • Evita que o segurado seja obrigado a regressar prematuramente ao Estado competente para receber os cuidados requeridos pelo seu estado de saúde. 

Quem pode ser titular do CESD?

O Cartão Europeu de Seguro de Doença destina-se aos cidadãos dos 27 Estados-Membros da União Europeia, bem como da Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

O CESD é nominativo e individual. Os seus titulares podem ser: 

  • Trabalhadores, inclusive os dos transportes internacionais, os estudantes, os pensionistas e seus familiares que se encontrem abrangidos por um regime de segurança social; 
  • Beneficiários de subsistemas de protecção social que tenham assumido a responsabilidade pelos encargos financeiros gerados com os cuidados de saúde prestados aos titulares do CESD;
  • Utentes do Serviço Nacional de Saúde no caso de não haver vínculo à segurança social ou a um subsistema de saúde.

     

Uma vez que o cartão é individual, cada membro da família da pessoa segurada deve ter o seu cartão.

 

 

O que fazer se durante uma deslocação a um Estado-Membro ficar doente?

Deve fazer-se atender nos serviços oficiais de saúde ou convencionados (conforme cada legislação nacional) do Estado em que o titular do CESD se encontra em estada, como se fosse beneficiário do sistema de segurança social desse Estado .

 

Terei que pagar os cuidados que me foram prestados?

O segurado de um Estado que se faça assistir clinicamente noutro Estado pagará apenas as taxas e/ou comparticipações que os nacionais deste último Estado pagam para obter tais cuidados de saúde.

 

Quanto custa o CESD?

O CESD é emitido sem encargos para o titular.

 

Que documentação é necessária para obter o CESD?

Consoante a situação, o cartão de beneficiário da segurança social, de utente do Serviço Nacional de Saúde ou do subsistema que assegura a sua protecção na doença e o Bilhete de Identidade/Cartão do Cidadão. Informe-se junto da instituição onde vai requerê-lo.

 

Quanto tempo demora a ser entregue?

Em regra é remetido para casa do titular dentro de cerca de 7 dias úteis após a recepção do pedido.

 

Qual é a validade do CESD?

Em princípio três anos (regime geral). Deverá consultar o sistema ou subsistema que assegura a sua protecção na doença.

 

O que devo fazer se perder ou se for furtado o CESD?

Deve comunicar o facto, obrigatória e urgentemente, à entidade por conta de quem foi emitido (centro distrital de segurança social, região autónoma, subsistema), procedendo de seguida segundo as indicações que esta facultar.

 

Se a perda ou furto ocorrer durante a viagem, pode pedir à instituição de segurança social ou ao subsistema de saúde que o abrange que lhe envie por fax ou correio electrónico um certificado provisório de substituição (CPS). Esta medida é especialmente aconselhada se precisar de ser hospitalizado.

 

O que é o Certificado Provisório de Substituição?

 

É um documento equivalente ao CESD e substitui este quando a instituição de seguro de doença não possa fornecer o cartão rapidamente, para uma viagem próxima e não planeada, ou quando o cartão for perdido ou esquecido, caso em que a instituição que o abrange pode enviar um CPS (por fax, por exemplo) directamente para o prestador de cuidados de saúde do país de acolhimento.

 

Se for de férias para outro país da União Europeia sem qualquer documento, o que acontecerá se precisar de assistência médica?

 

Receberá, naturalmente, toda a assistência necessária que lhe permita continuar as suas férias sem ter de regressar ao seu país para receber tratamento. No entanto, não se esqueça de que estes documentos não só facilitam o acesso a assistência médica no local, pois garantem que recebe assistência de acordo com as regras em vigor no Estado que visita, mas também asseguram o reembolso das suas despesas logo após o seu regresso, caso lhe tenha sido pedido para pagar directamente qualquer despesa médica que não seja taxa moderadora ou comparticipação, tal como é exigido aos nacionais do Estado em causa.  

 

Para mais informações, consulte:

Segurança Social - http://www.seg-social.pt/
Direcção-Geral da Saúde - http://www.dgs.pt/
Comissão Europeia - Cuidados de Saúde no Estrangeiro 

publicado por insuficienciarenal às 01:49
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

PORTUGAL é o terceiro país Desenvolvido com mais DOENTES RENAIS

Esta é uma informação que achei interessante por isso resolvi colocar aqui com um link para quem queira ler o report todo no site de www.tribunamedicapress.pt

 

"Portugal é o segundo país do mundo a fazer mais transplantes renais, devido ao consentimento presumido de doação de órgãos e à rede de colheitas"

"Portugal tem uma das taxas mais elevadas de doentes renais no mundo desenvolvido, com mais de 16 mil doentes em diálise e 600 transplantados em 2009, sendo apenas ultrapassado pelo Japão e EUA, Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN)."

"Segundo o estudo, encontravam-se em tratamento substitutivo renal, no ano passado, 16 011 doentes, dos quais 2548 iniciaram o tratamento nesse ano."

 

"Em termos de sobrevivência de doentes, os resultados “são bons”: “há uma mortalidade global à volta dos 13 a 14%, com pequenas diferenças nas regiões, mas que não são significativas"

 

"Dos 1.321 doentes falecidos em 2009 devido ao problema renal, 78,4% tinham mais de 65 anos."

"Um dado preocupante é que cerca de 30% dos doentes com insuficiência renal terminal não tinham sido previamente seguidos por nefrologistas"

 

"Apesar do grande número de doentes renais, a maioria homens (61%), Portugal é o segundo país do mundo a fazer mais transplantes renais, o que se deve ao “consentimento presumido” de doação de órgãos e à rede de colheitas, observou o médico."

 

"Segundo a SPN, entre 1980 e 2009 foram realizados transplantes em 8.706 doentes, dos quais 5.794 ainda permanecem vivos. A esmagadora maioria (94%) dos órgãos eram de dadores cadáveres."

 

Estes dados foram divulgados ontem no “Encontro Renal”, que decorre até sábado no Centro de Congressos de Vilamoura, e são baseados do registo da SPN, que inquiriu as 112 Unidades de Hemodiálise em actividade em 2009, 25 Unidades de Diálise Peritoneal e nove unidades de Transplantação Renal.

Informação tirada do site www.tribunamedicapress.pt, fica aqui o link para ficar a saber toda a informação

http://www.tribunamedicapress.pt/nacional-1/28428-portugal-e-o-terceiro-pais-desenvolvido-com-mais-doentes-renais

 

(espero não estar a cometer nenhum erro ou a infringir nenhuma lei de direitos de autor!? Se alguém souber me informar de algo que eu esteja a fazer de incorrecto, agradeço muito que me digam, o meu interesse é só de informar)

publicado por insuficienciarenal às 00:56
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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

15 Novos centros de Diálise até 2012

Ao ler esta noticia no site www.publico.pt, fiquei contente, pois segundo me apercebi, neste momento existem vários problemas com o numero de centros de diálise privados e os do estado. O que parece que existe um monopólio, apesar de ninguém assim o descrever entre duas multinacionais no pais inteiro o que causa problemas ao estado em negociar preços de serviços.

15 novos centros e o primeiro esta previsto encontrar-se a funcionar em Outubro em Portalegre. Fiquei também a saber que em Portalegre existem pessoas a deslocarem-se 400 quilómetros, 3 vezes por semana para fazer diálise. Não faço a mínima ideia como estas pessoas têm passado a sua vida?!

 

Deixo aqui um extracto desta notícia pois gostei da forma de pensar, parece que existe luz no fim do tunel!

 

"Nos centros da Fundação, os doentes renais encontrarão meios de hemodiálise e de diálise peritoneal, uma variante que dispensa a ligação do doente a uma máquina. Além disso, os centros disponibilizam, em permanência, um serviço de psicologia clínica, assistente social e nutricionista. "É um tratamento integral, em que o doente é um fim e não um meio, é visto como uma pessoa", disse José Manuel Guillaude,administrador da Fundação Renal Portuguesa.

 

Segundo a previsão da Fundação, o primeiro centro, em Portalegre, deverá estar pronto a funcionar no mês de Outubro. Até ao princípio de 2010 arrancarão outros três e no fim desse ano começarão a ser construídos os outros. A estimativa é que todos os centros estejam a funcionar até 2012. "Vamos localizar os centros em diálogo com o Ministério da Saúde, para minimizar as distâncias", disse José Manuel Guillaude, que referiu também que cada centro terá capacidade para acolher "duzentos doentes em hemodiálise, quinze por cento dos quais em peritoneal".

Comentário pessoal de notícia encontrada no site do publico

http://www.publico.pt/Sociedade/fundacao-renal-anuncia-quinze-novos-centros-de-dialise-ate-2012_1399568

 

 

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publicado por insuficienciarenal às 21:55
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Segunda tentativa de Fístula

São 8 da manhã de Segunda-feira dia 19 de Abril, já estou a comer alcatrão a caminho de Lisboa, mais uma vez resolvi que seria melhor a esposa levar-me no nosso carro do que ir a sofrer com os nervos naquela caixa metálica chamada ambulância. Com o pequeno almoço no barrigão, um dia de sol e cheio de vontade de ser operado novamente (pequena operação), lá fomos a caminha da nossa capital! Infelizmente o meu sistema digestivo não anda muito contente comigo, já não sei se é estômago ou intestinos ou os dois que mantêm este constante mau estar, mas também devem andar por aqui nervos de ansiedade a destabilizar as coisas!

 

Desta vez foi outro cirurgião que me operou. Foi mais fácil e não dei saltos nenhuns na marquesa, tudo tranquilo! Mas ao principio como cheguei cedo á clínica e não dormi muito na noite anterior, tive que esperar umas duas horas na sala, e quando me mandaram para a sala de operações, fiquei deitado algum tempo na marquesa até estarem todos e tudo preparado o que me deu tempo suficiente para que os meus nervos viessem á superfície e comecei a sentir aquelas ondas esquisitas que eu tenho antes de entrar em pânico! Pedi se me podia sentar, pois ainda não tinha começado a operação. Foram todos muito simpáticos e mostraram-se preocupados comigo.

 

Aconselharam-me que toma-se uma "amarguinha" aparentemente um comprimido muito amargo que é tranquilizante e só sei que ou foi um smarty ou um comprimido a sério que me deram, mas que fez efeito fez. A partir de uns minutos fiquei bem calmo e tudo correu a 100%, espectáculo, tenho que me informar que comprimido é aquele pois irei precisar dele noutras situações, como para voar ou fazer exames em que tenho que entrar dentro de maquinas, como a de ultra-sons. No entanto sinto-me bem em elevadores, que coisa estranha, quando tiver oportunidade contarei sobre a minha experiência quando tentei voar de ferias para Inglaterra e acabei de ter que ir de carro!  lol

 

Depois de um bom almoço num café local perto da clínica de hemodiálise do Lumiar, frango na púcara, que petisco, soube-me mesmo bem. A caminho de Faro, aonde fui visto pelo medico nefrologista e que me certificou que a fistula estava a funcionar, mas que devia manter o olho nela para que se deixa-se de funcionar eu teria que ir ao hospital o mais rápido possível.

 

O cirurgiao recomendou-me tambem que podia comprar um estetoscópio, na farmacia pois eles eram baratos e assim podia ir verificando o funcionamento da fistula. Eu sempre gostei de ter um brinquedo daqueles, mas agora tenho desculpa para poder ter um, vou começar a passear em casa com ele ao pescoço, só falta uma bata branca e a fantasia estará completa!

Só um pequeno comentário a fazer! Mais um pormenor do que uma critica, alias é uma critica! è pena que o cirurgião não se tenha apresentado, fiquei sem saber quem é que eu dei o meu braço para ser cortado e etc.. mas isso talvez seja pormenores a mais ou exigir demais  ou tenho visto muitos filmes americanos, em que o medico aparece, apresenta-se a ele e á sua companhia de ajudantes e explica o que vai fazer, daqui a uns 50 anos talvez chegaremos lá! É só um pormenor, o resto correu bem!

 

"Observação"

 

Tive o prazer de ser esclarecido sobre a tal "amarguinha" que me deram na clinica.

"Amarguinha" é o nome dado a um ansiolítico (diazepam) quando este é bebido; o seu nome deriva do facto de o líquido da ampola ter um sabor francamente amargo" Explicação dada pelo um cibernauta que é Cirurgião Vascular. Não deixo aqui o nome pois não sei se posso, mas fico muito agradecido pela ajuda e ja corrigi a palavra "estoscopio" pela correcta "estetoscópio". Obrigado

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publicado por insuficienciarenal às 20:37
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Sábado, 17 de Abril de 2010

Primeira Fistula

Sexta-feira, 4 da manhã, ja estava acordado e a tomar o pequeno almoço, pronto para ir para Lisboa. Preocupado pelo que me esperava, não consegui dormir muito bem, o tratamento estava demorado, pois durante a noite houve cortes na electricidade derivado ao mau tempo que fez aqui no Algarve, o que fez atrasar o meu tratamento na maquina de dialise peritoneal. Tive que fazer um corta mato no processo, não convêm dizer isto ao médico. lol

 

Cheguei á clínica no Lumiar (Centro de Acessos Vasculares do Lumiar) que fica em frente do hospital Polido Valente. Com o Tom Tom, cheguei lá sem problemas nenhuns. O processo normal seria a ambulância que me iria levar, mas eu recusei, pois a ideia de ir 3 horas para lá e 3 para cá fechado naquela caixa sem janelas e mais a minha fobiazinha de estar metido em pequenos espaços sem control da situação, não iria ser muito agradável e eu ja tinha o processo de fazer a fistula para me preocupar.

Ás 10 horas entrei na sala de operações, após o cirurgião me ter visto o braço e ter ficado muito contente com as minhas veias; disse que eram melhor do que um livro de anatomia.

 

Depois de dois saltos na marquesa, o que o cirurgião me pediu desculpas, pois existe por ali um nervo que ele tocou e por isso os meus saltos. Com os nervos a minha tenção foi a baixo, mas a enfermeira colocou-me os pés mais altos que a cabeça, mandou-me tossir de vez em quando e com uma folha de papel abanou vento na minha cara o que me ajudou a refrescar e a me sentir melhor, eu pensava que ia desmaiar! A coisa acalmou e depois de uma sandes e café com leite lá fui para o Algarve a caminho do hospital de Faro, para que ficasse em observação. Ás 3 da tarde chego ao hospital de Faro e a médica perguntou-me se a fístula estava a funcionar.

Se estava a funcionar ou não era coisa que eu não sabia, esta zona do pulso estava durida. Após ser escultado por duas médicas na zona da fistula, chegaram á conclusão de que a fistula não estava a funcionar, pois não fazia vibração nem som nenhum. Pronto lá terei que ir segunda novamente a caminho de Lisboa para rectificar isto e passar pela dose especial no Lumiar, estou desejando de comer aquela sandes mista sem manteiga e aquele leite com um sabor a café.

publicado por insuficienciarenal às 21:49
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Fistula no braço, um futuro muito próximo!

Recebi notícias ontem do hospital de que a minha consulta para colocar a fistula no braço está marcada para amanhã, sexta-feira dia 16 de Abril. Finalmente cá vim parar, apesar de até agora ter feito tudo o possivel para fugir a este tratamento, mas infelizmente a dialises peritoneal ja não esta a funcionar a 100%. E como eu me sinto neste momento, quanto mais depressa estar a fazer a outra (hemodialises), melhor, pois o meu nível de saúde neste momento não esta grande coisa, mais uma vez acho que deixei arrastar as coisas por muito tempo e ja devia ter dado passos para mudar de tratamento ha mais tempo, mas enfim, são os defeitos da casa!

A dialises peritoneal, dizem que tem uma Média de duração de 5 anos, eu ja fiz os cinco anos em Dezembro do ano passado, parece que estou dentro da média!

 

Portanto amanhã, virão me buscar ás 5 da manhã, penso que seja um taxi, para ir para Lisboa e depois volto directo para o hospital e ficarei la para observação, até os médicos estarem contentes e me mandarem para casa. Depois sera esperar umas 4 a 6 semanas (se não estou enganado), para poder usar a fistula, mas tenho a sensação de que da forma como eu me sinto, lá vem o cateter novamente no pescoço, até a fistula estar boa para ser usada, mas pode ser que esteja errado e o organismo se aguente até lá!

 

Mais uma nova experiência se apróxima, e uma nova modificação de habitos de vida. Deslocar-me à clinica de hemodialise 3 vezes por semana, começar-me a habituar ás agulhas no braço para poder fazer o tratamento, mas depois tambem tem algums benefícios, o facto de á noite poder dormir sem a maquina a apitar de vez em quando quando nos viramos e pressionamos o tubinho, começar a ter fome e vontade de comer, pois agora não é eesse o caso derivado ao tratamento não estar a funcionar no seu melhor. O pior são as agulhas, eu detesto a sençasão das agulhas na pele, enfim, terei que me habituar!

publicado por insuficienciarenal às 15:23
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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Mini experiência em Hemodiálises (17dias)

Já vou no meu quinto tratamento, tem sido uma experiência bem diferente. A primeira vez senti me um pouco melhor após o tratamento, Fiquei 2 kg mais leves em 1 hora, isto deve ser a dieta mais drástica e rápida que eu conheço.

No tratamento anterior fiquei com uma dor de cabeça enorme, mas acho que foi derivado a terem extraído liquido demais no tratamento.

Depois da hemodiálise vem uma enorme vontade de dormir, um sono pesado e fome.  

 

 

Tempo em Hemodiálises

Para começar, o primeiro tratamento durou uma hora e 30 minutos, depois foi aumentando até que a duração seja de 4 horas que em principio é o normal. A não ser que existam outros problemas de saúde.

 

Eu só fiz até agora 3 horas e posso dizer que as primeiras duas horas passam bem, (lógico que isto depende de cada um de nós do estado físico e psicológico ao inicio do tratamento), A ultima hora, para mim já se torna um pouco mais difícil em estar ali sentado sem me poder mexer muito. Eu tenho “bicho-carpinteiro” e torna-se muito difícil em manter-me sossegado por muito tempo.

Se possível, aconselho de que levem um livro para ler, uma revista, jornal, playstation, qualquer coisa para ajudar a passar o tempo, ofereceram me um Nintendo para ajudar a passar o tempo o que tem sido muito útil. Eu tive a sorte de ter algumas vezes o prazer da companhia da minha Carla, os enfermeiros deixaram que ela ficasse ali ao meu lado a conversar e assim o tempo passou bem mais fácil. Para algumas pessoas talvez a ideia de terem a companheira, namorada, esposa ou amigo/a, não seja a melhor solução, mas para quem tem um bom companheiro ao lado é sempre melhor.

 

 (Sala de hemodialise para pacientes com hepatite, a paisagem para contemplar durante as 3 horas de tratamento,três vezes por semana no hospital de Faro, sem ar condicionado, no Algarve de verão, é o máximo, não se pode pedir mais!!!)

 

 

Pontos Positivos – (sobre esta pequena experiencia de hemodiálises)

- O apetite aumentou bastante

- Passo a noite toda a dormir sem interrupções

- Boa energia e disposição

 

Pontos negativos

- Dores de cabeça após o tratamento (mas penso ser derivado a tirarem líquidos demais, aos poucos consegui convencer os enfermeiros e médico que não precisava de tirar tanto liquido porque eu ainda urino)

- Uma grande vontade de dormir após o tratamento.

- Fome, tenho muita fome. O que para mim é o barómetro de saúde, quanto mais fome tenho, é sinal que estou melhor. Isto não é nenhum facto científico, mas é o meu sistema de avaliação!

 

Problemas

Atenção á febre após o cateter ser colocado no pescoço, pode ser o corpo a rejeitar ou alguma infecção, vá ao hospital de Nefro assim que começar a ter febre.

 

   (Penso sobre o cateter no pescoço para poder fazer hemodialise)

 

Mini história sobre este acontecimento

 

Duas semanas se passaram em hemodiálises, terminei na quarta-feira, entretanto todo contente que finalmente me iria ver livre daquele acessório agarrado ao meu pescoço, mas o médico não concordou.

O médico preferiu que eu mantivesse o cateter até segunda, só por precaução, até termos a certeza de que o cateter no abdominal estava a funcionar bem. Até aqui tudo bem, mais nada foi dito!

 

Quinta á noite acordo a meio da noite cheio de frio a começo a ter pequenos tremores, acordo a Carla e a partir  daquele momento começa o pesadelo, o estômago decide limpar tudo o que tinha lá dentro, os intestinos decidiram fazer o mesmo quase simultaneamente, para eu não perder tempo a respirar, agua não era aceite por mais de 10 segundos e pronto o resto da noite em branco, Durante o dia passou por varias ondas, num momento parecia que as coisa estavam a melhorar, depois lá vinha a febre, no máximo chegou a 37 e meio, tremer que nem uma vara verde frio e a temperatura da sala estava em 28º, estamos em Julho no Algarve,

 

Telefono à enfermeira no hospital, mas por azar ela não está de serviço, está em casa, ela sempre esteve disponível para ajudar e deu-me o seu número de telemóvel no caso de precisar de ajuda. Mas eles não são pagos para trabalhar 24 horas por dia e acho que neste dia ela não estava com a cabeça de enfermeira mas sim de quem está de folga e em descanso, Expliquei a minha situação, ela perguntou-me se eu tinha febre e eu como não sabia se tinha febre ou não, a coisa ficou que talvez fosse melhor eu ir ao centro de saúde.

Passou-se sábado, domingo, sempre nestas ondas de frio e tremores, cansado de tanto tremer, pensei que teria apanhado muito sol na quinta e como os sintomas eram parecidos a uma outra experiencia anterior em que apanhei sol a mais e passei mal 5 dias, pensei! Bem 3 dias já passaram e isto agora vai melhorar,

 

Segunda como combinado fui ao hospital para tirar o cateter, decidi ir logo bem cedo, pois queria falar com o médico para ver se podia fazer umas horas de hemodiálises antes de retirar o cateter, pois com tanto tremer, eu devia ter acumulado bastante creatinina e ureia no meu sistema. Ao explicar ao médico os meus últimos dias e sobre a febre ele disse logo que o problema era do cateter no pescoço, o meu corpo não estava contente com aquele acessório extra e talvez alguma infecção. O pior foi que ligaram-me a maquina de hemodiálise e após uma hora começo a ter frio, a febre a subir eu a tremer, a febre vai até aos 39.7 a enfermeira explicou-me que eu tinha chegado ao pico, agora era sempre a descer, eu tremia tanto que já via 5 enfermeiras com a vibração. Foi assustador, porque com tanto tremer por todos os músculos eu estava a ficar cansado e com dificuldade em manter a respiração, a Carla disse-me depois que todos os enfermeiros vieram me ver para experiência de estudo (acho eu!).

Uma boa dose de parecetmol na veia e 5 minutos depois lá se foram os tremores, a febre levou mais tempo mas 3 horas depois também se foi, o estômago é que tem andado sempre a criar gás e meio estranho, aceita comida mas não sabe bem o que fazer com ela.

 

Dois dias depois fui dar uma voltinha de mota, uma voltinha pequena, para tirar as teias da mota. Já estou bem melhor e esta noite quero levar a esposa a jantar fora que a coitada bem tem sofrido nos últimos dias por minha conta, ela bem merece!

publicado por insuficienciarenal às 13:35
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Reposição do Cateter

 

Como o cateter não fica fixo em lugar nenhum na cavidade abdominal, no meu caso, com o movimento normal dos intestinos o cateter mudou de posição e subiu um pouco. Com esta mudança de posição o tratamento deixou de funcionar. Esta já é a quarta vez que isto acontece, e então para quem vive no Algarve significa mais uma viagem a Lisboa, no meu caso já fiz duas visitas ao hospital Sta. Cruz, onde o medico cirurgião tenta recolocar o cateter na posição correcta. Um pouco inconfortável, e umas sensações estranhas nesta experiencia, mas os resultados são que podemos voltar ao tratamento e a uma certa normalidade, o meu azar é que cada vez que venho do hospital, trago uma infecção do peritoneu, que depois traz mais umas “dorezitas” na barriga, mais tratamento com antibiótico e mais retarda o processo a voltar a uma certa normalidade.

 

Em Julho de 2009 voltou o mesmo problema do cateter mudar de posição. Informei o médico que na semana passada não estava a conseguir fazer o tratamento completo e que estava a absorver líquidos. Como sempre tentou-se tudo e mais um pouco para ver se ele voltava ao lugar, isto com medicamentos para limpar os intestinos, caminhadas, só faltou fazer o pino, passei a fazer diálises peritionial manualmente, nada resultou e entretanto passou-se mais uma semana. Depois foi decidido que seria melhor tirar este cateter para fora e colocar um novo na posição correcta, e assim foi!

Entretanto nestas duas semanas o meu peso foi aumentando, e já tinha 7 kg a mais de liquido, o que dificultava-me o andar, sintomas parecidos aos das mulheres grávidas (nunca passei por isso mas ouvi dizer), pernas e tornozelos inchados, dificuldade a andar, mas o pior era dificuldade em respirar, os pulmões eram como se tivesse uma enorme bronquite, pesados e respiração muito curta.

Foi decidido que teria que fazer Hemodiálises até que a situação abdominal estivesse pronta para ser utilizada, mais ou menos por duas semanas.

Mais um furinho no pescoço. Foi-me colocado um cateter no pescoço para fazer hemodiálises. Dia sim, dia não, 3 vezes por semana. Comecei a fazer a hemodiálises durante 1 hora pela primeira vez e foi aumentando 30 minutos nas próximas até chegar ás 3 horas diárias.

 

Da terceira vez que o cateter resolveu mudar de morada, foi decidido que o melhor era tirar este para fora e colocar um novo, e assim foi, com estas trocas todas, lá vem o cateter no pescoço para poder fazer hemodiálises, isto dura mais ou menos 2 semanas e meia, até poder começar a meio vapor a diálises peritoneal e uma semana mais tarde então estamos a fazer o tratamento como deve ser.

Por azar meu este novo cateter, não gostou da posição em que estava e em dois meses resolveu esconder-se junto ao fígado. Desta vez resolveu-se fazer a reposição no hospital de Faro (a minha segunda casa). Anestesia geral e foi feita uma operação, da qual eu já não me lembro do nome, mas sei que foram feitos 3 furinhos na barriga, um para a verem o que se passava e os outros dois para manipularem o cateter, isto tem um nome mas eu não me lembro. Voltamos à mesma história do cateter no pescoço, 3 semanas para recuperar da operação, tratamento depois a meio gás e finalmente o tratamento completo. Quando eu digo “tratamento a meio gás” é porque as quantidades de liquido para o tratamento são reduzidas.

Agora felizmente já esta tudo dentro do normal!

publicado por insuficienciarenal às 07:03
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